Circuito Vivo
raroAnel de energia que pulsa como o nucleo do Blitzcrank.
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Anel de energia que pulsa como o nucleo do Blitzcrank.
Bronze rebitado com brilho de metal quente.
Descarga roxa girando sem parar ao redor do avatar.
Vapor pressurizado escapando pelas juntas.
Bronze escovado, simples e pesado.
Malha hexagonal de cristal energizado.
Metal escuro com rachaduras incandescentes.
Ruido eletrico instavel, sempre prestes a estourar.
Vazamento quimico das profundezas industriais.
Ouro e azul em transicao continua.
Um anel honesto de aco rebitado.
Patina verde de anos na oficina.
Arcos eletricos saltando entre as bordas.
Moldura animada exclusiva do plano Challenger.
Dois nucleos ciano encarando de volta.
Placa rebitada nos quatro cantos. Gira tao devagar que quase nao se nota.
Elos passando um atras do outro, sem pressa.
Dois fios de vapor se enrolando em sentidos opostos.
Uma pincelada de tinta clara que afina ate sumir.
Dezesseis dentes girando sobre o eixo. Peso de maquina.
Oito petalas em orbita, contra o giro do anel.
Cristais finos que brilham e apagam num ritmo frio.
O anel respira e as faiscas sobem. Brasa nao roda, cresce e apaga.
Estrelas de tamanhos diferentes piscando fora de compasso.
Pontas longas que ultrapassam a borda do avatar.
Faiscas em ritmo irregular. Pisca torto de proposito.
Sem contorno nenhum: so uma aura que respira e some.
O circulo cromatico inteiro. Feita para se reconhecer de longe.
Placa de latao dada a quem sustenta o acervo.
A brasa que nao apaga enquanto houver quem sustente.
So para quem estava aqui no comeco e bancou o comeco.
Reservada a quem mantem o plano mais alto ativo.
Oito petalas longas alternando com oito contas. Ourivesaria.
Duas argolas girando em sentidos opostos, uma fina e uma grossa.
Sessenta marcacoes paradas e uma cunha que salta de hora em hora.
A argola fica parada; o que corre e a conta incandescente.
Tres argolas batendo em ritmo de coracao: duas rapidas e uma pausa.
Tres raios que saltam de posicao e apagam sem aviso. Nao gira: pula.
Dez dentes de bronze girando devagar, como o maquinario que nunca para.
A corrente e o gancho, pendurados e prontos. Quem passa, vem.
Cinco cristais coroando o topo, o do meio maior que os outros.
Seis penas abertas, tres de cada lado. Nao passa despercebida.
Dois cornos de metal quente, escapando pressao pelo topo.
A lamina fincada embaixo, com guarda e pomo. Quem senta, senta com ela.
Um anel inclinado girando em volta, com um cristal na ponta.
Duas tiras de papel penduradas na haste, seladas no pe.
Vinte dentes inclinados para o mesmo lado, girando sem parar.
Doze elos encaixados, deitado e em pe, como corrente de verdade.
Os raios entram por cima da foto. A unica que invade o avatar.
Duas fileiras de arcos sobrepostos, desencontradas entre si.
Catorze dentes e uma lingueta so. A peca unica quebra a simetria.